segunda-feira, 20 de junho de 2016

ITÁLIA - De norte a sul, com pitstop na Holanda

Acabamos de voltar de 17 dias de viagem pela Itália (com direito a dois dias em Amsterdã na conexão de volta) e em breve começaremos uma novíssima série de posts falando de coisas mais pontuais de cada lugar que a gente passou. Este aqui é mais para dar uma visão geral da viagem. Vale lembrar que não é um guia! é um registro da nossa experiência. Sempre existem muitas outras formas de fazer a mesma viagem!
Clichê, eu sei, mas meu sonho de conhecer a Itália nasceu quando eu assisti "Sob o Sol da Toscana", estrelado pela Diane Lane. O filme esbanja cenários incríveis e, por lá, descobri que o filme arrastou multidões de turistas apaixonados pelas suas locações - o que foi muito bom para o desenvolvimento da região, ainda que eles torçam um pouco o nariz para o fato de ser uma produção de Hollywood.


Movida então pelo desejo de conhecer a Toscana, confesso que dei pouca importância para as outras regiões no planejamento, que positivamente me surpreenderam bastante, como Veneza - que eu tinha inclusive optado por não ir, mas o Pedro insistiu e acho que valeu muito a pena.
Nosso roteiro final, em ordem cronológica, ficou assim:
1.       Milão (1 noite)
2.       Veneza (2 noites)
3.       Cinque Terre (base em Monterosso + Riomaggiore + Manarola) (2 noites)
4.       Florença (+ região rural Toscana) (2 noites)
5.       Roma (1/2 dia)
6.       Costa Amalfitana (base em Conca dei Marini + Positano + Praiano + Amalfi + Ravello) (3 noites)
7.       Pompeia (1/2 dia)
8.       Nápoles (1 noite)
9.       Amsterdã (2 noites)

Em ordem de amor, ficou assim:
  1. Amsterdã
  2. Florença
  3. Veneza
  4. Cinque Terre
  5. Costa Amalfitana
  6. Roma
  7. Milão
  8. Pompéia
  9. Nápoles

Ruela de Positano
O roteiro
Quando saímos do Brasil tínhamos um esqueleto muito básico de onde iríamos. Listamos o que não queríamos perder, o que deveria acontecer em cada ordem pensando na geografia das viagens e decidimos que se o lugar fosse muito legal estenderíamos. Senão, seguíamos pro próximo.
Os hotéis
Seguindo a ideia da flexibilidade do roteiro, apenas os hotéis mais óbvios estavam reservados (o que dá um frio na barriga danado!): o de Milão, para a chegada, o de Nápoles, do último dia, e o de Amsterdã. De resto, fomos reservando ao longo da viagem e deu bastante certo.
Vista do hotel Le Terrazze, em Conca dei Marini

Os aplicativos
Três aplicativos foram determinantes para deixar nossa vida muito mais fácil:
Booking.com – com ele reservamos 90% dos hotéis da viagem e tivemos ZERO problemas, mesmo tendo reservado por celular ou tablet.
 TripAdvisor – tem as melhores indicações de lugares perto de você para comer e passear o que é uma mão na roda para dar uma boa ideia do que fazer quando o que você se programou pra fazer acaba mais cedo que o previsto por ex.
Google Maps – com ele você pode disponibilizar off-line o mapa de onde você está para se localizar e encontrar os pontos de interesse da região. Antes usávamos muito o “City Maps 2Go”, mas o Google é mais leve e está vinculado às buscas, o que deixa tudo mais fácil.

Os transportes
Acho que esta foi a viagem que mais diversificamos os meios de transporte! Teve trem, tram, metrô, ônibus, moto, bike, carro e muita perna. Ao longo dos posts a gente explica melhor quais escolhas são mais acertadas para cada lugar, mas no geral, foram ótimas. Dignas de aventureiros dispostos a descobrir os lugarezinhos mais remotos!

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