sexta-feira, 20 de setembro de 2013

A NOITE DE AMSTERDÃ

Os detalhes da noite da cidade que não dorme
Nossa “pegada” é mesmo curtir o dia, mas é inaceitável ir à Amsterdã e não visitar o famigerado Red Light District. Por lá, mulheres de lingerie dançam e atraem olhares dos curiosos, cercadas por cortinas e luzes vermelhas e por trás de vitrines. Bairros com potencial para prostituição existem nos quatro cantos do mundo, mas lá muitas coisas chamam a atenção. Algumas das cabines de vidro estão vazias, com placas de aluga-se. Nestas é possível tomar um tempo a mais observando o cubículo com mais atenção. Ela é composta de uma cama, que não chega a ser de casal, uma pia, um lixeiro e uma pequena cômoda.


Impossível não reparar também na “qualidade” das moças. Nas ruas principais estão as mais “valiosas” e nas transversais as, digamos, menos privilegiadas. Chega a ser assustador se deparar com a apresentação dessas moças.
E não é só de vitrines que vivem os hormônios de lá. Sex shops, cabines de vídeos pornôs e cinemas eróticos estão em todos os cantos da cidade. Assim como... os coffee shops!

Quero deixar registrado que estes espaços designados ao livre consumo de maconha ganham muito mais reverberação do que os pontos que a cidade tem de melhor. Mas assim como o Red Light District, é um must go. Nem em todas é preciso entrar para ver todo o ambiente. A grande maioria dos coffee shops são pequenos, com luz baixa e limpos. Como não servem bebidas alcoólicas, o foco fica mesmo em fumar as mais diversas opções de maconha e haxixe. São vendidos soltos ou já enrolados. 

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